A história
Jonathas de Andrade (Maceió, 1982; vive e trabalha no Recife) construiu uma prática colaborativa em torno do Nordeste do Brasil, questionando as promessas e os fracassos de utopias e visões do mundo através de trabalhos sobre o trabalho, a identidade contemporânea, a nostalgia, o erotismo e a tensão histórica e política. Olho-Faísca, coproduzida pelo MAAT e pelo CRAC Alsace, onde foi apresentada pela primeira vez no verão de 2022, percorre essa trajetória entre vários meios e desloca o acento: o corpo masculino, há muito veículo dessas outras preocupações, passa a ser o tema explícito, e a obra anterior é lida através de um olhar homoerótico.





